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SPRING agora é CÓDIGO LIVRE

Nas minhas aulas sobre Geoprocessamento sempre comentava que o SPRING apesar de ser gratuito, não era um software Livre. Bom… as coisas mudam, agora o SPRING é Código Livre. Parabéns pela iniciativa INPE.

Leia a notícia vinculada no site da Comunidade Virtual do SPRING, acesso 20 de janeiro de 2011.

Spring Código Livre – Já está disponível!

Já está disponível para download o código fonte do SPRING.

Para distribuir o código fonte, foi criado um website que tem o objetivo de apresentar as características de arquitetura global, as definições da estrutura de diretório, as necessidades e os procedimentos indispensáveis para a montagem do ambiente de desenvolvimento, a compilação do conjunto de aplicativos SPRING.

Além disso, demonstra a documentação básica de algumas classes e variáveis junto com um exemplo de funcionalidade no qual se utilizará de algumas dessas classes e variáveis apresentadas.

A licença utilizada para distribuição é a GNU General Public License.

Cadastre-se já: http://www.spring-gis.org/ .

Aproveite e faça o download da Versão Oficial SPRING 5.1.7 que já está disponível.

Projeto PRODES – Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite

Desde 1988, o INPE vem produzindo as Taxas Anuais do desflorestamento da Amazônia Legal. A partir do ano de 2002, estas estimativas estão sendo produzidas por classificação digital de imagens seguindo a Metodologia PRODES. A principal vantagem deste procedimento está na precisão do geo-referenciamento dos polígonos de desflorestamento, de forma a produzir um banco de dados geográfico multitemporal.
A partir dos incrementos de desflorestamento identificados em cada imagem, as taxas anualizadas são estimadas para a data de 1/agosto do ano de referência.

Obtenha os dados tabulares mais recentes publicados pelo INPE aqui. Além dos dados tabulares, também estão disponíveis os resultados do PRODES digital na forma de vetores (shapefile) e imagens de satélite utilizadas. Acesse o banco de dados PRODES, e faça consultas por cenas individuais, mosaicos estaduais, desmatamentos nos municípios e desmatamento em unidades de conservação.

Utilize o QGIS ou gvSIG para visualizar, manipular e analisar os dados geográficos do PRODES.

Fonte: INPE, acesso em 12 de janeiro de 2011.

Geoclipping

“Não existe aquecimento global”, diz representante da OMM na América do SulPor Carlos MadeiroEspecial para o UOL Ciência e SaúdeCom 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial OMM, Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos.

via“Não existe aquecimento global”, diz representante da OMM na América do Sul” – 11/12/2009 – Ciência e Saúde – Da Redação.

O Brasil vai repassar a países pobres em todo o mundo a metodologia que desenvolveu para detectar desmatamento por meio de imagens de satélite, a partir de um acordo assinado nesta quinta-feira durante a reunião das Nações Unidas sobre o clima, na Dinamarca.

via “Brasil vai treinar países pobres para monitorar desmatamento por satélite” – 11/12/2009BBC Brasil – Notícias – .

Sistema DETER – Detecção de Desmatamento em Tempo Real

Deter

O DETER é um levantamento rápido feito mensalmente pelo INPE desde maio de 2004, com dados do sensor MODIS do satélite Terra/Aqua e do Sensor WFI do satélite CBERS, de resolução espacial de 250 m. O DETER foi desenvolvido como um sistema de alerta para suporte à fiscalização e controle de desmatamento. Por esta razão o DETER mapeia tanto áreas de corte raso quanto áreas em processo de desmatamento por degradação florestal.
No caso de corte raso os órgãos de fiscalização podem fazer a responsabilização para ações ilegais e no caso das áreas de degradação progressiva, além da responsabilização, a federação e os estados podem atuar para reverter o processo, quando possível. Com este sistema, é possível detectar apenas desmatamentos com área maior que 25 ha. Devido à cobertura de nuvens nem todos os desmatamentos são identificados pelo DETER. Read more