<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Geógrafo e o Mundo &#187; Geoprocessamento</title>
	<atom:link href="http://edermileno.ggf.br/tag/geoprocessamento/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://edermileno.ggf.br</link>
	<description>“A Geografia não é física nem humana. A Geografia é das humanidades”. Milton Santos</description>
	<lastBuildDate>Wed, 11 Jan 2012 12:00:27 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Realidade e Projeções para o Futuro da Amazônia</title>
		<link>http://edermileno.ggf.br/2011/08/10/realidade-e-projecoes-para-o-futuro-da-amazonia/</link>
		<comments>http://edermileno.ggf.br/2011/08/10/realidade-e-projecoes-para-o-futuro-da-amazonia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 13:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[IPAM]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edermileno.ggf.br/?p=488</guid>
		<description><![CDATA[Geoprocessamento permite conhecer melhor a realidade amazônica e fazer projeções para o futuro da região Fundamental na atuação do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), o geoprocessamento tem contribuído para que se conheça de perto a realidade amazônica no que tange a dinâmica do desmatamento e degradação florestal e para projetar cenários futuros,  apoiando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Geoprocessamento permite conhecer melhor a realidade amazônica e fazer projeções para o futuro da região</h2>
<p><img class="alignleft" title="Geógrafa, coordenadora do Geoprocessamento do IPAM" src="http://www.ipam.org.br/image.php/galerias/329c660f3f00333fbd049769b4b60d7ed4ff05a8.jpg*180*240*I" alt="" width="151" height="201" />Fundamental na atuação do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia  (IPAM), o geoprocessamento tem contribuído para que se conheça de perto  a realidade amazônica no que tange a dinâmica do desmatamento e  degradação florestal e para projetar cenários futuros,  apoiando o  debate e a construção de políticas públicas voltadas para a promoção do  desenvolvimento sustentável e redução de emissões por desmatamento e  degradação na região. Nesta entrevista, a coordenadora de  Geoprocessamento do IPAM, a <strong>geógrafa</strong> Ane Alencar, explica como esta área  tem se desenvolvido no Instituto e apresenta alguns dos resultados que  tem subsidiado o desenvolvimento de políticas de conservação e  desenvolvimento na Amazônia.</p>
<p><strong>Clima e Floresta – No que consiste o trabalho de geoprocessamento no IPAM?</strong></p>
<p><strong>Ane Alencar –</strong> O núcleo de geoprocessamento do IPAM  usa e desenvolve ferramentas de sensoriamento remoto e sistema de  informações geográficas (SIG) para avaliar os principais impactos  decorrentes das mudanças climáticas e de uso da terra na Amazônia. As  ferramentas de sensoriamento remoto são utilizadas pelo Instituto no  processamento digital de imagens de satélite para o mapeamento do  desmatamento e degradação florestal, além de apontar o impacto de  fenômenos climáticos, por exemplo, secas severas, na dinâmica do carbono  regional. Já o SIG é utilizado para organizar o banco de dados  espaciais do Instituto e apoiar as pesquisas de modelagem relacionadas à  previsão de cenários futuros de desmatamento e degradação florestal  decorrentes de políticas de desenvolvimento, como por exemplo o PAC, e  do aquecimento global. As análises e mapas desenvolvidos por este núcleo  têm sido utilizados ao longo dos mais de quinze anos do IPAM para  subsidiar o debate relacionado as políticas públicas de conservação e de  desenvolvimento regional, e mais recentemente, políticas relacionadas a  promoção do mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e  Degradação florestal (REDD). Além disso, o núcleo de geoprocessamento  tem apoiado as iniciativas de capacitação e empoderamento dos atores  amazônicos do IPAM fornecendo mapas e análises que são utilizados em  reuniões, seminários e publicações técnicas do Instituto.</p>
<p><strong>Clima e Floresta – Como o setor de geoprocessamento atua na estrutura do Instituto?<span id="more-488"></span></strong></p>
<p><strong>Ane Alencar –</strong> O geoprocessamento é um setor  transversal no IPAM. Durante vários anos, foi centralizado na sede do  IPAM em Belém. No entanto, às vezes não conseguíamos suprir demandas dos  projetos mais localizados, como por exemplo, mapas para reuniões ou  para apoio à mobilização e à capacitação. Com isso, os  escritórios  regionais começaram a contratar pessoas para suprir estas demandas  locais. Hoje, funcionamos com quatro núcleos: Brasília, que concentra o  núcleo de pesquisa em modelagem espacial de uso da terra e degradação  florestal do instituto e atende aos projetos de escala nacional,  internacional e aqueles desenvolvidos no Mato Grosso; Belém, que atende  aos trabalhos de mapeamento participativo e manejo florestal comunitário  desenvolvidos nas regiões da BR-163 e Transamazônica; Santarém, que  apoia os projetos de regularização ambiental de assentamentos  desenvolvidos na várzea e terra firme da região do Baixo Amazonas e;  Acre, que apoia as atividades e projetos relacionados aos impactos da  expansão e melhoria da rede de estradas no desenvolvimento da região da  fronteira trinacional MAP, que inclui os estados do Acre (Brasil), Madre  de Deus (Peru) e Pando (Bolívia).</p>
<p><strong>Clima e Floresta – Como são usadas as ferramentas de geoprocessamento nas pesquisas do IPAM?</strong></p>
<p><strong>Ane Alencar –</strong> Estas ferramentas são utilizadas e  desenvolvidas para facilitar a análise remota das principais dinâmicas  de uso da terra na Amazônia, apontar as áreas que tem sofrido maior  pressão pelo desmatamento e degradação, identificar os potenciais  impactos econômicos e ecológicos das políticas públicas de  desenvolvimento e conservação na região, e projetar tendências de  mudanças na cobertura vegetal decorrentes de processos antrópicos de uso  da terra e fenômenos climáticos. O Programa Cenários para a Amazônia,  por exemplo, vem utilizando as ferramentas de geoprocessamento que  incluem o sensoriamento remoto e o SIG, para apoiar o desenvolvimento de  modelos que indicam o impacto futuro das mudanças climáticas, obras de  infraestrutura, unidades de conservação na manutenção das florestas da  região.</p>
<p><strong>Clima e Floresta – Como são desenvolvidos os  modelos de cenários?</strong></p>
<p><strong>Ane Alencar –</strong> De uma forma simplificada, analisamos a  dinâmica do desmatamento passado para estimar a perda de floresta no  futuro. Assim, por exemplo, podemos utilizar uma sequência de mapas de  desmatamento de uma região onde uma estrada foi aberta há dez anos,  calcular a taxa de desmatamento desta estrada ao longo destes anos, e  utilizar esta taxa para calcular o possível desmatamento de uma outra  estrada que esta sendo aberta agora. Outros fatores podem ser  adicionados ao modelo tanto para limitar o uso da taxa no tempo como  para apontar as áreas mais aptas a serem desmatadas. Estas variáveis  incluem o tipo de solo, proximidade de infraestrutura de escoamento e  produção, presença de centros urbanos, etc. Todas as variáveis entram em  uma equação que gera parâmetros que permitem estimar o desmatamento  futuro em regiões semelhantes.</p>
<p><strong>Clima e Floresta – Poderia dar um exemplo concreto?</strong></p>
<p><strong>Ane Alencar –</strong> A modelagem de risco de incêndios  florestais, que desenvolvemos há vários anos, é um bom exemplo da  aplicação do geoprocessamento nas pesquisas desenvolvida pelo IPAM.  Neste caso específico, nós desenvolvemos um método para mapear a  degradação florestal causada pelos incêndios florestais, resultando em  mapas anuais de área florestal queimada para os principais tipos de  floresta da Amazônia (densa, aberta e de transição). A partir deste   mapeamento anual, nós pudemos entender as principais mudanças no regime  do fogo, como frequência e intervalo, e relacionar as mesmas com as  mudanças no clima regional e com a dinâmica de fragmentação florestal.  Estas relações foram então utilizadas para prever o risco de incêndios  em cenários de precipitação média, precipitação extrema ou seca extrema.</p>
<p><strong>Clima e Floresta – Como o geoprocessamento tem colaborado com as pesquisas relacionadas às mudanças climáticas e REDD?</strong></p>
<p><strong>Ane Alencar –</strong> Além do próprio desenvolvimento do modelo de previsão do desmatamento estimando a emissão de CO<sub>2</sub> devido a mudanças de uso da terra (o primeiro D do REDD), e do  desenvolvimento do modelo de risco de incêndios que estima a emissão de  CO<sub>2</sub> decorrente da degradação florestal por fogo (segundo D do  REDD). Um outro exemplo, é o sistema de monitoramento de carbono  aplicado nas propriedades do Cadastro Socioambiental do Xingu, realizado  em parceria com a Aliança da Terra. A partir de mapas de densidade de  carbono, uso da terra, potencialidade de regeneração, degradação  florestal e custo de oportunidade (medida econômica que calcula o quanto  um hectare de floresta vale para uma determinada atividade), podemos  valorar o potencial de emissões e de redução de emissões de uma  propriedade, o que pode apoiar e estimular os produtores a acessarem o  mercado de carbono. Esse mesmo princípio foi usado para as projeções de  distribuição de benefícios dos possíveis créditos gerados pelo REDD  feitas para o livro <em>REDD no Brasil: um enfoque amazônico</em>, no  qual o IPAM calculou, a partir das taxas de desmatamento por estado e  por setor, a porção da redução de emissões para cada estado, dentro de  uma política nacional de REDD.</p>
<p>Fonte:<a href="http://www.ipam.org.br/revista/Ane-Alencar-Geoprocessamento-permite-conectar-dados-e-fazer-projecoes-para-Amazonia/311"> Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia &#8211; IPAM</a>, acesso em 10 de agosto de 2011.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edermileno.ggf.br/2011/08/10/realidade-e-projecoes-para-o-futuro-da-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quantum GIS &#8211; QGIS</title>
		<link>http://edermileno.ggf.br/2010/12/21/quantum-gis-qgis/</link>
		<comments>http://edermileno.ggf.br/2010/12/21/quantum-gis-qgis/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 17:13:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sensoriamento Remoto]]></category>
		<category><![CDATA[SIG]]></category>
		<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[QGIS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edermileno.ggf.br/?p=449</guid>
		<description><![CDATA[O Quantum GIS &#8211; QGIS constitui-se um Sistema de Informação Geográfica &#8211; SIG licenciado pela GNU Public License, com versões para Linux, Mac OSX e Windows. Faça o download do programa e do manual em Português  no blog da Comunidade Quantum GIS Brasil, e também  aprenda algumas funcionalidades nos blogs Geoprocessamento para Linux e OrdValRec [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Quantum GIS &#8211; QGIS constitui-se um Sistema de Informação Geográfica &#8211; SIG licenciado pela GNU Public License, com versões para Linux, Mac OSX e Windows.</p>
<p>Faça o download do programa e do manual em Português  no blog da <a title="Download do QGIS" href="http://qgisbrasil.wordpress.com/baixar/" target="_blank">Comunidade Quantum GIS Brasil</a>, e também  aprenda algumas funcionalidades nos blogs <a href="http://geoparalinux.wordpress.com/category/qgis/" target="_blank">Geoprocessamento para Linux</a> e <a href="http://www.sigaberto.org/geologia/">OrdValRec Geológicos.</a><a href="http://edermileno.ggf.br/wp-content/uploads/2010/12/Captura_de_tela.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-450" title="qgis" src="http://edermileno.ggf.br/wp-content/uploads/2010/12/Captura_de_tela.png" alt="" width="431" height="338" /></a><a href="http://www.sigaberto.org/geologia/"></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edermileno.ggf.br/2010/12/21/quantum-gis-qgis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>2ª Jornada da América-Latina e Caribe de gvSIG</title>
		<link>http://edermileno.ggf.br/2010/05/15/2%c2%aa-jornada-da-america-latina-e-caribe-de-gvsig/</link>
		<comments>http://edermileno.ggf.br/2010/05/15/2%c2%aa-jornada-da-america-latina-e-caribe-de-gvsig/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 May 2010 14:57:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informes]]></category>
		<category><![CDATA[América-latina]]></category>
		<category><![CDATA[Caracas]]></category>
		<category><![CDATA[Fotogrametria]]></category>
		<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[gvSIG]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada]]></category>
		<category><![CDATA[Sensoriamento Remoto]]></category>
		<category><![CDATA[SIG]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edermileno.ggf.br/?p=421</guid>
		<description><![CDATA[2as Jornadas de Latinoamérica y Caribe de gvSIG Caracas acolherá, com o tema &#8220;Unindo os povos do Mundo&#8221;, a 2ª Jornada da América-Latina e Caribe de gvSIG, organizada pelo governo Bolivariano da Venezuela, através do Centro Nacional de Tecnologias de Informação &#8211; CNTI e o Intituto Geográfico da Venezuela Simón Bolívar, e a Associação gvSIG. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>2as Jornadas de Latinoamérica y Caribe de gvSIG</h2>
<p><img class="alignleft" src="http://www.gvsig.org/web/community/events/jornadas-lac/2010/documentos/inicio376x600.png/" alt="2ª Jornada" width="226" height="360" /></p>
<p>Caracas acolherá, com o tema &#8220;Unindo os povos do Mundo&#8221;, a 2ª Jornada da América-Latina e Caribe de gvSIG, organizada pelo governo Bolivariano da Venezuela, através do Centro Nacional de Tecnologias de Informação &#8211; CNTI e o Intituto Geográfico da Venezuela Simón Bolívar, e a Associação gvSIG.</p>
<p>Esta jornada se desenvolverá do dia 12 a 16 de julho, sendo seus primeiros dias (12 e 13) dedicados a Geomática Livre, tanto para usuários como para desenvolvedores de ferramentas SIG.</p>
<p>A primeira Jornada aconteceu nos dias 30 de setembro a 2 de outubro de 2009 no Instituto Geográfico Nacional da Argentina, em Buenos Aires, com o tema &#8220;Cooperar e Crescer&#8221;, estando os artigos disponíveis <a href="http://www.gvsig.org/web/community/events/jornadas-lac/2009/ponencias">aqui</a>.</p>
<p><strong>Quem sabe o Brasil acolhe outra Jornada&#8230; Eu apoio.</strong></p>
<p><span style="color: #333333;">Conheça o gvSIG em<em> <a href="http://edermileno.ggf.br/2008/03/06/o-que-e-gvsig/">&#8220;O que é gvSIG?&#8221;</a>.</em></span><strong><br />
</strong></p>
<p>Fonte: <a href="www.gvsig.org/web/community/events/jornadas-lac/2010">www.gvsig.org/web/community/events/jornadas-lac/2010</a>, acesso em 14 de maio de 2010.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edermileno.ggf.br/2010/05/15/2%c2%aa-jornada-da-america-latina-e-caribe-de-gvsig/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que é Geoprocessamento ?</title>
		<link>http://edermileno.ggf.br/2009/11/03/o-que-e-geoprocessamento/</link>
		<comments>http://edermileno.ggf.br/2009/11/03/o-que-e-geoprocessamento/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 12:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apostilas e Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Geógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sensoriamento Remoto]]></category>
		<category><![CDATA[SIG]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edermileno.ggf.br/?p=329</guid>
		<description><![CDATA[Conceito não pode ser confundido com todo o conjunto das geotecnologias, como o Sensoriamento Remoto, a Cartografa e os Sistemas de Posicionamento Global (GPS). Por Geógrafo Jorge Xavier da Silva Coordenador do Laboratório de Geoprocessamento (LAGEOP) da UFRJ. Veja o artigo completo aqui. Fonte: Crea-RJ, acesso em 3 de novembro de 2009.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conceito não pode ser confundido com todo o conjunto das geotecnologias, como o Sensoriamento Remoto, a Cartografa e os Sistemas de Posicionamento Global (GPS).</p>
<p>Por Geógrafo Jorge Xavier da Silva<br />
Coordenador do Laboratório de Geoprocessamento (LAGEOP) da UFRJ.</p>
<p>Veja o artigo completo <a href="http://edermileno.ggf.br/wp-content/uploads/2009/11/geo2.pdf">aqui.</a></p>
<p>Fonte:<a title="Revista Completa" href="http://app.crea-rj.org.br/portalcreav2midia/documentos/revista_79.pdf" target="_blank"> Crea-RJ</a>, acesso em 3 de novembro de 2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edermileno.ggf.br/2009/11/03/o-que-e-geoprocessamento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Geoprocessamento amplia campo profissional de geógrafos</title>
		<link>http://edermileno.ggf.br/2009/06/01/geoprocessamento-amplia-campo-profissional-de-geografos/</link>
		<comments>http://edermileno.ggf.br/2009/06/01/geoprocessamento-amplia-campo-profissional-de-geografos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 20:48:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geografias]]></category>
		<category><![CDATA[Geógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[Informes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edermileno.ggf.br/?p=274</guid>
		<description><![CDATA[Com um mercado bastante amplo, os geógrafos têm no geoprocessamento sua área de atuação mais promissora. “O foco hoje é o georreferenciamento de imóveis rurais e o levantamento topográfico em imóveis urbanos e rurais”, ressaltou o geógrafo Sebastião Tarcísio Cordeiro, coordenador nacional adjunto das Câmaras Especializadas de Agrimensura do Sistema Confea/Crea. Uma ciência que utiliza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com um mercado bastante amplo, os geógrafos têm no geoprocessamento sua área de atuação mais promissora. “O foco hoje é o georreferenciamento de imóveis rurais e o levantamento topográfico em imóveis urbanos e rurais”, ressaltou o geógrafo Sebastião Tarcísio Cordeiro, coordenador nacional adjunto das Câmaras Especializadas de Agrimensura do Sistema Confea/Crea.</p>
<p>Uma ciência que utiliza técnicas matemáticas e computacionais no tratamento de informações geográficas, o geoprocessamento tornou-se uma ferramenta indispensável para o exercício profissional, principalmente para os que atuam na área tecnológica. Exemplo disso são os vários concursos realizados por órgãos federais, estaduais e municipais que apresentam questões referentes à matéria.</p>
<p>Para trabalhar na regulação de imóveis rurais junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), por exemplo, um profissional deve ter cursado as cadeiras de topografia aplicada ao georreferenciamento; cartografia; sistemas de referência; projeções cartográficas; ajustamentos e métodos e medidas de posicionamento geodésico.<span id="more-274"></span></p>
<p>A partir de demandas como essa, algumas universidades começam a ofertar as disciplinas já na graduação. “É preciso criar novas disciplinas ou alterar algumas já existentes. Na Universidade Estadual do Ceará, por exemplo, conseguimos criar a cadeira de geoprocessamento e georreferenciamento de imóveis rurais”, disse Tarcísio. “Os alunos que estão entrando agora no curso já terão essa cadeira”.</p>
<p>Segundo ele, no entanto, há várias áreas em que a atuação dos geógrafos se sobrepõe à de outras categorias profissionais, principalmente no que se refere a estudos e relatórios de impacto ambiental (EIA/RIMA). Para resolver esse “sombreamento” com outras profissões, os geógrafos passarão o dia 29 de maio, dia em que se comemora a profissão, trabalhando na Matriz do Conhecimento da Agrimensura, modalidade que envolve as engenharias de agrimensura, cartográfica e geográfica.</p>
<p>O objetivo é melhorar a grade curricular dos cursos e delimitar melhor a área de atuação de cada modalidade profissional integrante do Sistema Confea/Crea, para subsidiar a concessão de atribuições profissionais, com base na Resolução 1.010/05. A Câmara de Agrimensura pretende concluir todo esse estudo em sua próxima reunião, que será realizada nos dias 1º e 2 de junho, na sede do Crea-SP, na capital paulista.</p>
<p>Segundo o gerente de Apoio aos Colegiados do Confea (GAC), Fabio Merlo, a identificação das matrizes de cada modalidade profissional do Sistema Confea/Crea será finalizada em agosto.  Esses dados abastecerão um software que vai gerar as atribuições concedidas com base na Resolução 1.010/05. Em seguida, haverá treinamento dos Creas para fiscalização do exercício profissional de acordo com as novas regras.</p>
<p>Escrito por Mariana Silva  da Assessoria de Comunicação do Confea</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.confea.org.br/">Site do Confea</a>, acesso em 1 de junho de 2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edermileno.ggf.br/2009/06/01/geoprocessamento-amplia-campo-profissional-de-geografos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Contratação de Técnico em Geoprocessamento</title>
		<link>http://edermileno.ggf.br/2009/04/01/contratacao-de-tecnico-em-geoprocessamento/</link>
		<comments>http://edermileno.ggf.br/2009/04/01/contratacao-de-tecnico-em-geoprocessamento/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 17:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[Informes]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edermileno.ggf.br/?p=243</guid>
		<description><![CDATA[Justificativa A contratação de um técnico especializado na área de geoprocessamento decorre da necessidade da SEDUC, especialmente a equipe de Planejamento da Rede Física Escolar que integra a Coordenadoria de Planejamento e Políticas Educacionais- COPED, de alinhar e aprofundar os conhecimentos já adquiridos utilizando a ferramenta ArcGIS e os softwares livres adotados na atual gestão, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Justificativa</strong><br />
A contratação de um técnico especializado na área de geoprocessamento decorre da necessidade da SEDUC, especialmente a equipe de Planejamento da Rede Física Escolar que integra a Coordenadoria de Planejamento e Políticas Educacionais- COPED, de alinhar e aprofundar os conhecimentos já adquiridos utilizando a ferramenta ArcGIS e os softwares livres adotados na atual gestão, de modo a atender às demandas necessárias ao trabalho desenvolvido pela equipe.</p>
<p><strong>Objetivo Geral</strong><br />
Fortalecer a equipe de Planejamento de Rede Escolar da SEDUC, quanto às Geotecnologias.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Objetivos Específicos</strong></p>
<ul>
<li>Estruturar e Atualizar o Banco de Dados Geográfico das Escolas.</li>
<li>Atualizar a Base Cartográfica.</li>
<li>Elaborar Mapas Temáticos.</li>
<li>Construir Análises Espaciais e Relatórios.</li>
<li>Facilitar a articulação entre a ferramenta ArcGIS e o Banco de Dados da SEDUC.</li>
</ul>
<p><strong>Formação Profissional</strong><br />
Geógrafo ou Engenheiro Cartógrafo.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Conhecimentos Exigidos</strong></p>
<ul>
<li>Sistemas Computacionais: ArcGIS, AutoCADmap, QGIS e gvSIG, além de Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados-SGDB.</li>
<li>Sistema de Navegação Global por Satélite: Receptor de Navegação GPS.</li>
<li>Língua Estrangeira: Inglês Básico.</li>
</ul>
<p><strong>Valor do Contrato</strong><br />
R$ 5.374,47 (cinco mil, trezentos e setenta e quatro reais e quarenta e sete centavos), dividido em três parcelas iguais.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Forma de Seleção</strong><br />
O candidato será selecionado mediante apresentação de curriculum vitae e entrevista, realizada por técnicos da SEDUC e um técnico do IPECE.</p>
<p>Os currículos devem ser enviados até o dia <strong>14/04/2009</strong> para Gláucia Campos ou Rosemay Azevedo, e-mails: glauciacampos@seduc.ce.gov.br ou rosemay@seduc.ce.gov.br.</p>
<p>Maiores informações: (85) 3101-3904 / 3101-3903</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edermileno.ggf.br/2009/04/01/contratacao-de-tecnico-em-geoprocessamento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

