Archive for Meio Ambiente

Povos da Amazônia usam GPS e fazem Mapas

Dia desses no Seminário sobre Pesquisa em áreas protegidas na Bacia do Xingu falei que vejo como essêncial que a informação geográfica seja também construída onde ela nasce, que ela seja construída de forma colaborativa, pois só assim teremos informação em tempo real de confiança e com custos reduzidos

Leia a máteria divulgada no Geoasy, tendo como fonte O Documento.

Brasileiro ensina povos da Amazônia a usar GPS e fazer mapas

Por promover a união improvável entre o conhecimento tradicional de grupos amazônicos e as modernas técnicas de mapeamento por satélite, um antropólogo brasileiro acaba de receber um prêmio de US$ 100 mil da Fundação Ford, sediada nos EUA.

“Muita gente acha que a Amazônia é um caos fundiário, mas não é bem assim”, disse à Folha Alfredo Wagner Berno de Almeida, pesquisador da Ufam (Universidade Federal do Amazonas). “A verdade é que essas comunidades organizam muito bem seu território. E os mapas que ajudamos a editar expressam essa racionalidade.” Read more

Seminário sobre Pesquisa em áreas protegidas na Bacia do Xingu

Entre os dias 29 e 30 de novembro, a Universidade Federal do Pará em parceria com o Instituto Socioambiental, o Fundo de Defesa Ambiental (EDF) e a Fundação Viver, Produzir e Preservar (FVPP) promove em Altamira (PA) um encontro entre pesquisadores com participação de líderes comunitários, representantes de governo e de organizações da sociedade civil para discutir estratégias de sustentabilidade para áreas protegidas da Bacia do Xingu.

PROGRAMAÇÃO

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José Manuel Mateo Rodriguez, em Entrevista

José Manuel Mateo Rodriguez, presidente da Sociedade Cubana de Geografia, em entrevista ao O Diário.com,  afirma que cidades médias precisam criar mecanismos para impor limites populacionais para não se tornar uma grande metrópole com um custo social enorme.

GeógrafoLeia a entrevista:

O Diário – Qual o caminho que cidades médias, como Maringá, devem seguir para conciliar o desenvolvimento com a qualidade de vida?

Jospe Manuel Mateo Rodriguez – Defendo que as cidades médias, como Maringá, não cresçam demais, mas continuem a ser polos de atração para outras cidades. Não pode crescer demais, mas precisa buscar mecanismos para ter uma interconectividade maior com as cidades vizinhas da região. Não só do ponto de vista econômico e tecnológico, mas cultural e de serviços.

O Diário – Como impedir um crescimento acima do ideal? O senhor defende que o governo imponha algum limite?

Jospe Manuel Mateo Rodriguez – Pode ser. É uma questão de governabilidade. O governo pode impor limites, mas é melhor investir em medidas sociais que estimulem o crescimento das outras cidades. E o mais importante, nessa relação entre as diferentes cidades de uma região, é que nem todos os atrativos fiquem na cidade polo. Avalio ser importante que os moradores de Maringá entendam que não é bom se tornar uma grande metrópole. É interessante ter um limite, um patamar.

O Diário – Qual seria o limite de crescimento para uma cidade? Read more

Projeto PRODES – Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite

Desde 1988, o INPE vem produzindo as Taxas Anuais do desflorestamento da Amazônia Legal. A partir do ano de 2002, estas estimativas estão sendo produzidas por classificação digital de imagens seguindo a Metodologia PRODES. A principal vantagem deste procedimento está na precisão do geo-referenciamento dos polígonos de desflorestamento, de forma a produzir um banco de dados geográfico multitemporal.
A partir dos incrementos de desflorestamento identificados em cada imagem, as taxas anualizadas são estimadas para a data de 1/agosto do ano de referência.

Obtenha os dados tabulares mais recentes publicados pelo INPE aqui. Além dos dados tabulares, também estão disponíveis os resultados do PRODES digital na forma de vetores (shapefile) e imagens de satélite utilizadas. Acesse o banco de dados PRODES, e faça consultas por cenas individuais, mosaicos estaduais, desmatamentos nos municípios e desmatamento em unidades de conservação.

Utilize o QGIS ou gvSIG para visualizar, manipular e analisar os dados geográficos do PRODES.

Fonte: INPE, acesso em 12 de janeiro de 2011.