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	<title>Geógrafo e o Mundo &#187; Geoprocessamento</title>
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	<description>“A Geografia não é física nem humana. A Geografia é das humanidades”. Milton Santos</description>
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		<title>Bases Cartográficas disponíveis em DIVA-GIS</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 12:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[SIG]]></category>
		<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[DIVA-GIS]]></category>
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		<description><![CDATA[Precisando de Informações Geográficas para seus trabalhos de Geoprocessamento? As vezes temos uma certa dificuldade de encontrar informações geográficas, e muitas vezes temos que construí-las do início. Ainda bem que temos muitos projetos no Brasil e no Mundo que disponibilizam essa informações facilmente pela Web. A exemplo do MMA, IBGE, INPE, dentre outros. Porém reservamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Precisando de Informações Geográficas para seus trabalhos de Geoprocessamento?</h2>
<p>As vezes temos uma certa dificuldade de encontrar informações geográficas, e muitas vezes temos que construí-las do início.<br />
Ainda bem que temos muitos projetos no Brasil e no Mundo que disponibilizam essa informações facilmente pela Web. A exemplo do MMA, IBGE, INPE, dentre outros.<br />
Porém reservamos essa Paisagem para indicar os dados disponibilizados pelo projeto DIVA-GIS.</p>
<p>O projeto do sistema computacional livre para mapeamento e análise de dados geográficos, DIVA-GIS, disponibiliza no seu site dados espaciais do Mundo inteiro, que você pode usar no DIVA-GIS ou em outros programas, como QGIS.<br />
Para ter acesso a dados do Brasil, por exemplo, é simples, clique <a href="http://www.diva-gis.org/gdata">aqui</a> escolha o país, em <em>Country</em>, e o tipo de dado, em <em>Subject</em>, que pode ser do tipo limites administrativos, rodovias, altimétrico, uso da terra, densidade populacional.</p>
<p><a href="http://edermileno.ggf.br/wp-content/uploads/2012/01/divagis.png"><img class="aligncenter  wp-image-512" title="Divagis" src="http://edermileno.ggf.br/wp-content/uploads/2012/01/divagis.png" alt="" width="621" height="196" /></a><br />
Outras informações do Mundo como Clima, Ocorrência de Espécies e Imagens do Satélite LANDSAT podem ser acessados <a href="http://www.diva-gis.org/Data">aqui</a><span style="color: #000000;">.</span></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.diva-gis.org/Data">DIVA-GIS,</a> acesso em 7 de janeiro de 2012.</p>
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		<title>Povos da Amazônia usam GPS e fazem Mapas</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 19:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geografias]]></category>
		<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia desses no Seminário sobre Pesquisa em áreas protegidas na Bacia do Xingu falei que vejo como essêncial que a informação geográfica seja também construída onde ela nasce, que ela seja construída de forma colaborativa, pois só assim teremos informação em tempo real de confiança e com custos reduzidos Leia a máteria divulgada no Geoasy, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia desses no <a href="../2011/11/25/seminario-sobre-pesquisa-em-areas-protegidas-na-bacia-do-xingu/" rel="bookmark">Seminário sobre Pesquisa em áreas protegidas na Bacia do Xingu</a> falei que vejo como essêncial que a informação geográfica seja também construída onde ela nasce, que ela seja construída de forma colaborativa, pois só assim teremos informação <strong>em tempo real </strong>de confiança e com custos reduzidos</p>
<p>Leia a máteria divulgada no <a href="http://geoeasy.com.br/blog/?p=1780" target="_blank">Geoasy</a>, tendo como fonte <strong></strong> <a href="http://www.odocumento.com.br/noticia.php?id=361766">O Documento</a>.</p>
<blockquote><p><strong><span style="font-size: medium;">Brasileiro ensina povos da Amazônia a usar GPS e fazer mapas </span></strong></p>
<p>Por promover a união improvável entre o conhecimento tradicional de grupos amazônicos e as modernas técnicas de mapeamento por satélite, um antropólogo brasileiro acaba de receber um prêmio de US$ 100 mil da Fundação Ford, sediada nos EUA.</p>
<p>“Muita gente acha que a Amazônia é um caos fundiário, mas não é bem assim”, disse à Folha Alfredo Wagner Berno de Almeida, pesquisador da Ufam (Universidade Federal do Amazonas). “A verdade é que essas comunidades organizam muito bem seu território. E os mapas que ajudamos a editar expressam essa racionalidade.”<span id="more-501"></span></p>
<p>Esse é basicamente o trabalho que levou à láurea concedida a Almeida e seus colegas: editar mapas.</p>
<p>O projeto do grupo, batizado de “Nova Cartografia Social da Amazônia”, ensina indígenas, quilombolas e outros grupos tradicionais a empregar o GPS e técnicas modernas de georreferenciamento para produzir mapas artesanais, mas bastante precisos, de suas próprias terras.</p>
<p>Desde o lançamento, em 2005, cerca de 120 fascículos desse mapeamento já foram publicados (alguns com comunidades tradicionais de outras regiões do Brasil).</p>
<p>A intenção dos pesquisadores é entender como esses grupos usam seu espaço e organizam, em alguns casos há milênios, o uso dos preciosos recursos naturais da região.</p>
<p>Os mapas também ajudam a entender como essas identidades colidem com a urbanização e a expansão da fronteira agrícola na Amazônia, e a auxiliar as comunidades a demonstrar os direitos sobre seu território tradicional.</p>
<p>“Existe hoje uma pressão grande para a formalização do mercado de terras na Amazônia. A regularização é fundamental, mas às vezes não leva em consideração esses povos tradicionais”, diz o antropólogo, nascido em Minas Gerais e com doutorado no Museu Nacional Universidade Federal do Rio de Janeiro.</p>
<p>Nesse trabalho, o grupo de mais de 70 pesquisadores, entre antropólogos, economistas, biólogos e agrônomos, também pode constatar como essas identidades estão se transformando.</p>
<p>Uma das situações emergentes são os índios urbanos –36 mil deles só na capital amazonense. Sintomático desse fato é que o grupo tenha ajudado na demarcação da terra indígena do município de Rio Preto da Eva (AM) –uma terra indígena urbana.</p>
<p>A equipe já era apoiada pela Fundação Ford. O prêmio desta semana integra o “Visionaries Award” (Prêmio Visionários), dado a “12 inovadores sociais cuja visão extraordinária e trabalho corajoso estão melhorando a vida de milhões de pessoas”, diz a fundação em comunicado.</p>
<p>Para Almeida, é importante reconhecer o sucesso dessas comunidades como modelos de gestão responsável dos recursos naturais.</p>
<p>Muitos céticos dizem que esse uso sustentável teria mais a ver com falta de alternativas econômicas, e que essas pessoas não hesitariam em deixar seu modo de vida ancestral se tivessem acesso a hospitais, educação e lazer urbanos. Ele discorda.</p>
<p>“Percebemos que muitas dessas pessoas preferem uma vida com menos conforto material mas com uma rede de proteção social forte, e com autonomia sobre suas vidas, em vez de simplesmente decidirem virar assalariados.”</p></blockquote>
<p>Acesso em 6 de janeiro de 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Realidade e Projeções para o Futuro da Amazônia</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 13:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[IPAM]]></category>

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		<description><![CDATA[Geoprocessamento permite conhecer melhor a realidade amazônica e fazer projeções para o futuro da região Fundamental na atuação do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), o geoprocessamento tem contribuído para que se conheça de perto a realidade amazônica no que tange a dinâmica do desmatamento e degradação florestal e para projetar cenários futuros,  apoiando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Geoprocessamento permite conhecer melhor a realidade amazônica e fazer projeções para o futuro da região</h2>
<p><img class="alignleft" title="Geógrafa, coordenadora do Geoprocessamento do IPAM" src="http://www.ipam.org.br/image.php/galerias/329c660f3f00333fbd049769b4b60d7ed4ff05a8.jpg*180*240*I" alt="" width="151" height="201" />Fundamental na atuação do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia  (IPAM), o geoprocessamento tem contribuído para que se conheça de perto  a realidade amazônica no que tange a dinâmica do desmatamento e  degradação florestal e para projetar cenários futuros,  apoiando o  debate e a construção de políticas públicas voltadas para a promoção do  desenvolvimento sustentável e redução de emissões por desmatamento e  degradação na região. Nesta entrevista, a coordenadora de  Geoprocessamento do IPAM, a <strong>geógrafa</strong> Ane Alencar, explica como esta área  tem se desenvolvido no Instituto e apresenta alguns dos resultados que  tem subsidiado o desenvolvimento de políticas de conservação e  desenvolvimento na Amazônia.</p>
<p><strong>Clima e Floresta – No que consiste o trabalho de geoprocessamento no IPAM?</strong></p>
<p><strong>Ane Alencar –</strong> O núcleo de geoprocessamento do IPAM  usa e desenvolve ferramentas de sensoriamento remoto e sistema de  informações geográficas (SIG) para avaliar os principais impactos  decorrentes das mudanças climáticas e de uso da terra na Amazônia. As  ferramentas de sensoriamento remoto são utilizadas pelo Instituto no  processamento digital de imagens de satélite para o mapeamento do  desmatamento e degradação florestal, além de apontar o impacto de  fenômenos climáticos, por exemplo, secas severas, na dinâmica do carbono  regional. Já o SIG é utilizado para organizar o banco de dados  espaciais do Instituto e apoiar as pesquisas de modelagem relacionadas à  previsão de cenários futuros de desmatamento e degradação florestal  decorrentes de políticas de desenvolvimento, como por exemplo o PAC, e  do aquecimento global. As análises e mapas desenvolvidos por este núcleo  têm sido utilizados ao longo dos mais de quinze anos do IPAM para  subsidiar o debate relacionado as políticas públicas de conservação e de  desenvolvimento regional, e mais recentemente, políticas relacionadas a  promoção do mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e  Degradação florestal (REDD). Além disso, o núcleo de geoprocessamento  tem apoiado as iniciativas de capacitação e empoderamento dos atores  amazônicos do IPAM fornecendo mapas e análises que são utilizados em  reuniões, seminários e publicações técnicas do Instituto.</p>
<p><strong>Clima e Floresta – Como o setor de geoprocessamento atua na estrutura do Instituto?<span id="more-488"></span></strong></p>
<p><strong>Ane Alencar –</strong> O geoprocessamento é um setor  transversal no IPAM. Durante vários anos, foi centralizado na sede do  IPAM em Belém. No entanto, às vezes não conseguíamos suprir demandas dos  projetos mais localizados, como por exemplo, mapas para reuniões ou  para apoio à mobilização e à capacitação. Com isso, os  escritórios  regionais começaram a contratar pessoas para suprir estas demandas  locais. Hoje, funcionamos com quatro núcleos: Brasília, que concentra o  núcleo de pesquisa em modelagem espacial de uso da terra e degradação  florestal do instituto e atende aos projetos de escala nacional,  internacional e aqueles desenvolvidos no Mato Grosso; Belém, que atende  aos trabalhos de mapeamento participativo e manejo florestal comunitário  desenvolvidos nas regiões da BR-163 e Transamazônica; Santarém, que  apoia os projetos de regularização ambiental de assentamentos  desenvolvidos na várzea e terra firme da região do Baixo Amazonas e;  Acre, que apoia as atividades e projetos relacionados aos impactos da  expansão e melhoria da rede de estradas no desenvolvimento da região da  fronteira trinacional MAP, que inclui os estados do Acre (Brasil), Madre  de Deus (Peru) e Pando (Bolívia).</p>
<p><strong>Clima e Floresta – Como são usadas as ferramentas de geoprocessamento nas pesquisas do IPAM?</strong></p>
<p><strong>Ane Alencar –</strong> Estas ferramentas são utilizadas e  desenvolvidas para facilitar a análise remota das principais dinâmicas  de uso da terra na Amazônia, apontar as áreas que tem sofrido maior  pressão pelo desmatamento e degradação, identificar os potenciais  impactos econômicos e ecológicos das políticas públicas de  desenvolvimento e conservação na região, e projetar tendências de  mudanças na cobertura vegetal decorrentes de processos antrópicos de uso  da terra e fenômenos climáticos. O Programa Cenários para a Amazônia,  por exemplo, vem utilizando as ferramentas de geoprocessamento que  incluem o sensoriamento remoto e o SIG, para apoiar o desenvolvimento de  modelos que indicam o impacto futuro das mudanças climáticas, obras de  infraestrutura, unidades de conservação na manutenção das florestas da  região.</p>
<p><strong>Clima e Floresta – Como são desenvolvidos os  modelos de cenários?</strong></p>
<p><strong>Ane Alencar –</strong> De uma forma simplificada, analisamos a  dinâmica do desmatamento passado para estimar a perda de floresta no  futuro. Assim, por exemplo, podemos utilizar uma sequência de mapas de  desmatamento de uma região onde uma estrada foi aberta há dez anos,  calcular a taxa de desmatamento desta estrada ao longo destes anos, e  utilizar esta taxa para calcular o possível desmatamento de uma outra  estrada que esta sendo aberta agora. Outros fatores podem ser  adicionados ao modelo tanto para limitar o uso da taxa no tempo como  para apontar as áreas mais aptas a serem desmatadas. Estas variáveis  incluem o tipo de solo, proximidade de infraestrutura de escoamento e  produção, presença de centros urbanos, etc. Todas as variáveis entram em  uma equação que gera parâmetros que permitem estimar o desmatamento  futuro em regiões semelhantes.</p>
<p><strong>Clima e Floresta – Poderia dar um exemplo concreto?</strong></p>
<p><strong>Ane Alencar –</strong> A modelagem de risco de incêndios  florestais, que desenvolvemos há vários anos, é um bom exemplo da  aplicação do geoprocessamento nas pesquisas desenvolvida pelo IPAM.  Neste caso específico, nós desenvolvemos um método para mapear a  degradação florestal causada pelos incêndios florestais, resultando em  mapas anuais de área florestal queimada para os principais tipos de  floresta da Amazônia (densa, aberta e de transição). A partir deste   mapeamento anual, nós pudemos entender as principais mudanças no regime  do fogo, como frequência e intervalo, e relacionar as mesmas com as  mudanças no clima regional e com a dinâmica de fragmentação florestal.  Estas relações foram então utilizadas para prever o risco de incêndios  em cenários de precipitação média, precipitação extrema ou seca extrema.</p>
<p><strong>Clima e Floresta – Como o geoprocessamento tem colaborado com as pesquisas relacionadas às mudanças climáticas e REDD?</strong></p>
<p><strong>Ane Alencar –</strong> Além do próprio desenvolvimento do modelo de previsão do desmatamento estimando a emissão de CO<sub>2</sub> devido a mudanças de uso da terra (o primeiro D do REDD), e do  desenvolvimento do modelo de risco de incêndios que estima a emissão de  CO<sub>2</sub> decorrente da degradação florestal por fogo (segundo D do  REDD). Um outro exemplo, é o sistema de monitoramento de carbono  aplicado nas propriedades do Cadastro Socioambiental do Xingu, realizado  em parceria com a Aliança da Terra. A partir de mapas de densidade de  carbono, uso da terra, potencialidade de regeneração, degradação  florestal e custo de oportunidade (medida econômica que calcula o quanto  um hectare de floresta vale para uma determinada atividade), podemos  valorar o potencial de emissões e de redução de emissões de uma  propriedade, o que pode apoiar e estimular os produtores a acessarem o  mercado de carbono. Esse mesmo princípio foi usado para as projeções de  distribuição de benefícios dos possíveis créditos gerados pelo REDD  feitas para o livro <em>REDD no Brasil: um enfoque amazônico</em>, no  qual o IPAM calculou, a partir das taxas de desmatamento por estado e  por setor, a porção da redução de emissões para cada estado, dentro de  uma política nacional de REDD.</p>
<p>Fonte:<a href="http://www.ipam.org.br/revista/Ane-Alencar-Geoprocessamento-permite-conectar-dados-e-fazer-projecoes-para-Amazonia/311"> Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia &#8211; IPAM</a>, acesso em 10 de agosto de 2011.</p>
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		<title>SPRING agora é CÓDIGO LIVRE</title>
		<link>http://edermileno.ggf.br/2011/01/20/spring-agora-e-codigo-livre/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 14:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informes]]></category>
		<category><![CDATA[SIG]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[SPRING]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas minhas aulas sobre Geoprocessamento sempre comentava que o SPRING apesar de ser gratuito, não era um software Livre. Bom&#8230; as coisas mudam, agora o SPRING é Código Livre. Parabéns pela iniciativa INPE. Leia a notícia vinculada no site da Comunidade Virtual do SPRING, acesso 20 de janeiro de 2011. Spring Código Livre &#8211; Já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" title="SPRING" src="http://www.dpi.inpe.br/spring/img/spring_logo1.gif" alt="" width="77" height="73" />Nas minhas aulas sobre Geoprocessamento sempre comentava que o <a title="Spring?" href="http://edermileno.ggf.br/2008/10/03/spring-software-de-processamento-de-informacoes-geograficas/" target="_blank">SPRING</a> apesar de ser gratuito, não era um software Livre. Bom&#8230; as coisas mudam, agora o <a title="Spring?" href="../2008/10/03/spring-software-de-processamento-de-informacoes-geograficas/" target="_blank">SPRING</a> é Código Livre. Parabéns pela iniciativa INPE.</p>
<p>Leia a notícia vinculada no site da Comunidade Virtual do <a title="Spring?" href="../2008/10/03/spring-software-de-processamento-de-informacoes-geograficas/" target="_blank">SPRING</a>, acesso 20 de janeiro de 2011.</p>
<blockquote><p><strong>Spring Código Livre &#8211; Já está disponível! </strong></p>
<p>Já está disponível para download o código fonte do SPRING.</p>
<p>Para distribuir o código fonte, foi criado um website que tem o  objetivo de apresentar as características de arquitetura  global, as  definições da estrutura de diretório, as necessidades e os   procedimentos indispensáveis para a montagem do ambiente de   desenvolvimento, a compilação do conjunto de aplicativos SPRING.</p>
<p>Além disso, demonstra a documentação básica de algumas  classes e  variáveis junto com um exemplo de funcionalidade no qual se  utilizará  de algumas dessas classes e variáveis apresentadas.</p>
<p>A licença utilizada para distribuição é a  GNU General Public License.</p>
<p>Cadastre-se já: <a href="http://www.spring-gis.org/" target="_blank">http://www.spring-gis.org/</a> .</p></blockquote>
<p>Aproveite e faça o download da<a href="http://www.comunidadespring.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=88&amp;Itemid=42"> Versão Oficial SPRING 5.1.7 </a>que já está disponível.</p>
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		<title>Projeto PRODES &#8211; Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 21:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sensoriamento Remoto]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde 1988, o INPE vem produzindo as Taxas Anuais do desflorestamento da Amazônia Legal. A partir do ano de 2002, estas estimativas estão sendo produzidas por classificação digital de imagens seguindo a Metodologia PRODES. A principal vantagem deste procedimento está na precisão do geo-referenciamento dos polígonos de desflorestamento, de forma a produzir um banco de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="PRODES" src="http://www.dpi.inpe.br/prodesdigital/images/banner.jpg" alt="" width="445" height="56" /></p>
<p>Desde 1988, o INPE vem produzindo as <a href="http://www.obt.inpe.br/prodes/prodes_1988_2010.htm" target="_blank">Taxas Anuais</a> do desflorestamento da Amazônia Legal. A partir do  ano de 2002, estas estimativas estão sendo produzidas por classificação  digital de imagens seguindo a <a href="http://www.obt.inpe.br/prodes/metodologia.pdf" target="_blank">Metodologia PRODES</a>.   A principal vantagem  deste procedimento está na precisão do geo-referenciamento dos  polígonos de desflorestamento, de forma a produzir um banco de dados  geográfico multitemporal.<br />
A partir dos  incrementos de desflorestamento identificados em cada  imagem, as taxas anualizadas são estimadas para a data de 1/agosto do  ano de referência.</p>
<p>Obtenha os dados tabulares  mais   recentes publicados pelo INPE <a href="http://www.obt.inpe.br/prodes/index.html" target="_blank">aqui</a>. Além dos dados tabulares, também estão  disponíveis os resultados do PRODES digital na forma de vetores (shapefile) e imagens de satélite utilizadas. Acesse o <a href="http://www.obt.inpe.br/prodesdigital/cadastro.php" target="_blank">banco de dados PRODES</a>, e faça consultas por cenas individuais, mosaicos estaduais, desmatamentos nos municípios e desmatamento em unidades de conservação.</p>
<p>Utilize o <a href="http://edermileno.ggf.br/2010/12/21/quantum-gis-qgis/" target="_self">QGIS</a> ou <a href="http://edermileno.ggf.br/2008/03/06/o-que-e-gvsig/" target="_self">gvSIG</a> para visualizar, manipular e analisar os dados geográficos do PRODES.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.obt.inpe.br/prodes/index.html" target="_self">INPE</a>, acesso em 12 de janeiro de 2011.</p>
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		<title>Quantum GIS &#8211; QGIS</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 17:13:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
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		<category><![CDATA[QGIS]]></category>

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		<description><![CDATA[O Quantum GIS &#8211; QGIS constitui-se um Sistema de Informação Geográfica &#8211; SIG licenciado pela GNU Public License, com versões para Linux, Mac OSX e Windows. Faça o download do programa e do manual em Português  no blog da Comunidade Quantum GIS Brasil, e também  aprenda algumas funcionalidades nos blogs Geoprocessamento para Linux e OrdValRec [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Quantum GIS &#8211; QGIS constitui-se um Sistema de Informação Geográfica &#8211; SIG licenciado pela GNU Public License, com versões para Linux, Mac OSX e Windows.</p>
<p>Faça o download do programa e do manual em Português  no blog da <a title="Download do QGIS" href="http://qgisbrasil.wordpress.com/baixar/" target="_blank">Comunidade Quantum GIS Brasil</a>, e também  aprenda algumas funcionalidades nos blogs <a href="http://geoparalinux.wordpress.com/category/qgis/" target="_blank">Geoprocessamento para Linux</a> e <a href="http://www.sigaberto.org/geologia/">OrdValRec Geológicos.</a><a href="http://edermileno.ggf.br/wp-content/uploads/2010/12/Captura_de_tela.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-450" title="qgis" src="http://edermileno.ggf.br/wp-content/uploads/2010/12/Captura_de_tela.png" alt="" width="431" height="338" /></a><a href="http://www.sigaberto.org/geologia/"></a></p>
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		<title>Download de Dados Cartográficos do Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 15:07:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[SIG]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cartografia]]></category>
		<category><![CDATA[gvSIG]]></category>
		<category><![CDATA[Mapas]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>

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		<description><![CDATA[O setor de Geoprocessamento da Secretaria Executiva do Ministério do Meio Ambiente disponibiliza informações cartográficas do Brasil de temas e em escalas diversos, que podem ser observadas em Mapa Interativo do MMA, ou  executar o download dos dados para vizualização dos &#8220;shape file&#8221; em softwares livres como o gvSIG, QGIS, ou JUMP. Fonte: MMA, acesso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de Geoprocessamento da Secretaria Executiva do Ministério do Meio Ambiente disponibiliza informações cartográficas do Brasil de temas e em escalas diversos, que podem ser observadas em <a href="http://mapas.mma.gov.br/i3geo/ms_criamapa.php" target="blank">Mapa Interativo do MMA</a>, ou  executar o <a title="Clique aqui, para o download." href="http://mapas.mma.gov.br/i3geo/datadownload.htm" target="_blank">download</a> dos dados para vizualização dos &#8220;shape file&#8221; em softwares livres como o <a href="http://www.gvsig.gva.es/index.php?id=gvsig&amp;L=0" target="blank">gvSIG</a>, <a href="http://qgis.org/" target="blank"> QGIS</a>, ou <a href="http://jump-pilot.sourceforge.net/OpenJUMP.html" target="blank">JUMP</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://edermileno.ggf.br/wp-content/uploads/2010/07/Capturar.png"><img class="size-full wp-image-443 aligncenter" title="Mapa Interativo MMA - Desmatamento em 2005" src="http://edermileno.ggf.br/wp-content/uploads/2010/07/Capturar.png" alt="" width="485" height="202" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.mma.gov.br" target="_blank">MMA</a>, acesso em 23 de julho de 2010.</p>
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		<title>Nova Base Cartográfica da Amazônia</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 12:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[Informes]]></category>
		<category><![CDATA[Sensoriamento Remoto]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Exército]]></category>
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		<description><![CDATA[O Ministério do Meio Ambiente disponibilizou no seu sítio eletrônico a nova base cartográfica da Amazônia com escala de 1:100.000. O mapa foi desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente em parceria com Banco Mundial, Exército Brasileiro e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A nova base de dados traz todas as informações cartográficas básicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério do Meio Ambiente disponibilizou no seu sítio eletrônico a nova base cartográfica da Amazônia com escala de 1:100.000. O mapa foi desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente em parceria com Banco Mundial, Exército Brasileiro e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p><a href="http://mapas.mma.gov.br/mapas/aplic/cartoamazonia/index.htm"><img class="alignleft" title="Clique e acesse a Base Cartográfica da Amazônia Legal " src="http://edermileno.ggf.br/wp-content/uploads/2010/05/base_cart_am_legal.png" alt="Clique e acesse a Base Cartográfica" width="324" height="215" /></a>A nova base de dados traz todas as informações cartográficas básicas para o planejamento da região como a hidrografia, a malha viária, as localidades, florestas, e divisão política, compondo um conjunto de informações sobre a estruturação do território, com características físicas e geográficas.</p>
<p>Para o diretor de Zoneamento Territorial do MMA, Roberto Vizentin, essas informações vão servir como base para o planejamento e a gestão não só ambiental mas do território amazônico. &#8220;É um produto que interessa a todos&#8221;, acredita Vizentin.</p>
<p>O novo mapa, que passa a integrar o Sistema Cartográfico Nacional, faz parte do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG7) e é implementado pelo Departamento de Zoneamento Territorial do MMA.</p>
<p>Segundo Vizentin, a base cartográfica será um dos mais completos instrumentos norteadores das políticas públicas para a região amazônica. &#8220;Ela cobre todos chamados vazios cartográficos, áreas sobre as quais se tem pouco ou nenhum conhecimento territorial, beneficiando vários projetos do setor público e privado que poderão acessar as informações numa escala inédita&#8221;, explica Vizentin.</p>
<p>Autor: Carlos Américo</p>
<p>Publicado no <a href=" http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=ascom.noticiaMMA&amp;idEstrutura=8&amp;codigo=5780">www.mma.gov.br</a>, acesso em 16 de maio de 2010.</p>
<p><strong>Clique na imagem acima e acesse a Base Cartográfica da Amazônia Legal.</strong></p>
<p>As informações estão no formato de arquivo digital &#8220;shapefile&#8221;. Conheça o gvSIG em <a href="http://edermileno.ggf.br/2008/03/06/o-que-e-gvsig/">O que é o gvSIG?</a>, e o utilize para vizualizar e manipular a Base Cartográfica.</p>
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		<title>Mapeamento da Amazônia, Exército Brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 16:27:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sensoriamento Remoto]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Exército]]></category>
		<category><![CDATA[Mapeamento]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Vídeo sobre o Trabalho de Mapeamento da Amazônia, realizado pela Diretoria do Serviço Geográfico, que foi premiado na &#8220;XX Rassegna Cinematografica Internazionale Eserciti e Popoli&#8221;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vídeo sobre o Trabalho de Mapeamento da Amazônia, realizado pela Diretoria do Serviço Geográfico, que foi premiado na &#8220;XX Rassegna Cinematografica Internazionale Eserciti e Popoli&#8221;.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="427" height="346" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3HjbYrTSGwc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="427" height="346" src="http://www.youtube.com/v/3HjbYrTSGwc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>O que é Geoprocessamento ?</title>
		<link>http://edermileno.ggf.br/2009/11/03/o-que-e-geoprocessamento/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 12:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder Mileno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apostilas e Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Geógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sensoriamento Remoto]]></category>
		<category><![CDATA[SIG]]></category>

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		<description><![CDATA[Conceito não pode ser confundido com todo o conjunto das geotecnologias, como o Sensoriamento Remoto, a Cartografa e os Sistemas de Posicionamento Global (GPS). Por Geógrafo Jorge Xavier da Silva Coordenador do Laboratório de Geoprocessamento (LAGEOP) da UFRJ. Veja o artigo completo aqui. Fonte: Crea-RJ, acesso em 3 de novembro de 2009.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conceito não pode ser confundido com todo o conjunto das geotecnologias, como o Sensoriamento Remoto, a Cartografa e os Sistemas de Posicionamento Global (GPS).</p>
<p>Por Geógrafo Jorge Xavier da Silva<br />
Coordenador do Laboratório de Geoprocessamento (LAGEOP) da UFRJ.</p>
<p>Veja o artigo completo <a href="http://edermileno.ggf.br/wp-content/uploads/2009/11/geo2.pdf">aqui.</a></p>
<p>Fonte:<a title="Revista Completa" href="http://app.crea-rj.org.br/portalcreav2midia/documentos/revista_79.pdf" target="_blank"> Crea-RJ</a>, acesso em 3 de novembro de 2009.</p>
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