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Copa do Mundo e Olimpíada: benefício para poucos

A transformação do esporte em negócio e a lista de exigências feitas pelas federações internacionais para os países-sede de uma Copa do Mundo ou Olimpíada têm gerado lucros exorbitantes, mas somente para a Fifa, o COI e seus patrocinadores. Para as nações, quase nada sobra. É o que afirma o geógrafo Christopher Gaffney, texano radicado no Rio de Janeiro e professor visitante da pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense.

Leia na integra a entrevista em Carta Capital.

Fonte: Carta Capital, acesso em 4 de agosto de 2011.

José Manuel Mateo Rodriguez, em Entrevista

José Manuel Mateo Rodriguez, presidente da Sociedade Cubana de Geografia, em entrevista ao O Diário.com,  afirma que cidades médias precisam criar mecanismos para impor limites populacionais para não se tornar uma grande metrópole com um custo social enorme.

GeógrafoLeia a entrevista:

O Diário – Qual o caminho que cidades médias, como Maringá, devem seguir para conciliar o desenvolvimento com a qualidade de vida?

Jospe Manuel Mateo Rodriguez – Defendo que as cidades médias, como Maringá, não cresçam demais, mas continuem a ser polos de atração para outras cidades. Não pode crescer demais, mas precisa buscar mecanismos para ter uma interconectividade maior com as cidades vizinhas da região. Não só do ponto de vista econômico e tecnológico, mas cultural e de serviços.

O Diário – Como impedir um crescimento acima do ideal? O senhor defende que o governo imponha algum limite?

Jospe Manuel Mateo Rodriguez – Pode ser. É uma questão de governabilidade. O governo pode impor limites, mas é melhor investir em medidas sociais que estimulem o crescimento das outras cidades. E o mais importante, nessa relação entre as diferentes cidades de uma região, é que nem todos os atrativos fiquem na cidade polo. Avalio ser importante que os moradores de Maringá entendam que não é bom se tornar uma grande metrópole. É interessante ter um limite, um patamar.

O Diário – Qual seria o limite de crescimento para uma cidade? Read more

Jornal da Geografia de Altamira

O JORGE é um boletim de geografia editorado pelo Prof. Me. Luiz Fernando Roscoche, com contribuições, principalmente, dos professores e alunos da Faculdade de Geografia do Campus Universitário de Altamira da Universidade Federal do Pará – UFPA. Constitui-se um projeto de extensão coordenado pelo Prof. Luiz que tem como objetivo principal a divulgação do conhecimento geográfico na e da região da Transamazônica e Xingu.

Depois da 3ª edição, surge a versão online do JORGE. E algumas de suas matérias vou “repostar” aqui no Geógrafo e o Mundo, porém não deixe de ler a edição completa no site www.jorgedealtamira.blogspot.com .

SPRING agora é CÓDIGO LIVRE

Nas minhas aulas sobre Geoprocessamento sempre comentava que o SPRING apesar de ser gratuito, não era um software Livre. Bom… as coisas mudam, agora o SPRING é Código Livre. Parabéns pela iniciativa INPE.

Leia a notícia vinculada no site da Comunidade Virtual do SPRING, acesso 20 de janeiro de 2011.

Spring Código Livre – Já está disponível!

Já está disponível para download o código fonte do SPRING.

Para distribuir o código fonte, foi criado um website que tem o objetivo de apresentar as características de arquitetura global, as definições da estrutura de diretório, as necessidades e os procedimentos indispensáveis para a montagem do ambiente de desenvolvimento, a compilação do conjunto de aplicativos SPRING.

Além disso, demonstra a documentação básica de algumas classes e variáveis junto com um exemplo de funcionalidade no qual se utilizará de algumas dessas classes e variáveis apresentadas.

A licença utilizada para distribuição é a GNU General Public License.

Cadastre-se já: http://www.spring-gis.org/ .

Aproveite e faça o download da Versão Oficial SPRING 5.1.7 que já está disponível.