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Bases Cartográficas disponíveis em DIVA-GIS

Precisando de Informações Geográficas para seus trabalhos de Geoprocessamento?

As vezes temos uma certa dificuldade de encontrar informações geográficas, e muitas vezes temos que construí-las do início.
Ainda bem que temos muitos projetos no Brasil e no Mundo que disponibilizam essa informações facilmente pela Web. A exemplo do MMA, IBGE, INPE, dentre outros.
Porém reservamos essa Paisagem para indicar os dados disponibilizados pelo projeto DIVA-GIS.

O projeto do sistema computacional livre para mapeamento e análise de dados geográficos, DIVA-GIS, disponibiliza no seu site dados espaciais do Mundo inteiro, que você pode usar no DIVA-GIS ou em outros programas, como QGIS.
Para ter acesso a dados do Brasil, por exemplo, é simples, clique aqui escolha o país, em Country, e o tipo de dado, em Subject, que pode ser do tipo limites administrativos, rodovias, altimétrico, uso da terra, densidade populacional.


Outras informações do Mundo como Clima, Ocorrência de Espécies e Imagens do Satélite LANDSAT podem ser acessados aqui.

Fonte: DIVA-GIS, acesso em 7 de janeiro de 2012.

Povos da Amazônia usam GPS e fazem Mapas

Dia desses no Seminário sobre Pesquisa em áreas protegidas na Bacia do Xingu falei que vejo como essêncial que a informação geográfica seja também construída onde ela nasce, que ela seja construída de forma colaborativa, pois só assim teremos informação em tempo real de confiança e com custos reduzidos

Leia a máteria divulgada no Geoasy, tendo como fonte O Documento.

Brasileiro ensina povos da Amazônia a usar GPS e fazer mapas

Por promover a união improvável entre o conhecimento tradicional de grupos amazônicos e as modernas técnicas de mapeamento por satélite, um antropólogo brasileiro acaba de receber um prêmio de US$ 100 mil da Fundação Ford, sediada nos EUA.

“Muita gente acha que a Amazônia é um caos fundiário, mas não é bem assim”, disse à Folha Alfredo Wagner Berno de Almeida, pesquisador da Ufam (Universidade Federal do Amazonas). “A verdade é que essas comunidades organizam muito bem seu território. E os mapas que ajudamos a editar expressam essa racionalidade.” Read more

Seminário sobre Pesquisa em áreas protegidas na Bacia do Xingu

Entre os dias 29 e 30 de novembro, a Universidade Federal do Pará em parceria com o Instituto Socioambiental, o Fundo de Defesa Ambiental (EDF) e a Fundação Viver, Produzir e Preservar (FVPP) promove em Altamira (PA) um encontro entre pesquisadores com participação de líderes comunitários, representantes de governo e de organizações da sociedade civil para discutir estratégias de sustentabilidade para áreas protegidas da Bacia do Xingu.

PROGRAMAÇÃO

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Realidade e Projeções para o Futuro da Amazônia

Geoprocessamento permite conhecer melhor a realidade amazônica e fazer projeções para o futuro da região

Fundamental na atuação do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), o geoprocessamento tem contribuído para que se conheça de perto a realidade amazônica no que tange a dinâmica do desmatamento e degradação florestal e para projetar cenários futuros,  apoiando o debate e a construção de políticas públicas voltadas para a promoção do desenvolvimento sustentável e redução de emissões por desmatamento e degradação na região. Nesta entrevista, a coordenadora de Geoprocessamento do IPAM, a geógrafa Ane Alencar, explica como esta área tem se desenvolvido no Instituto e apresenta alguns dos resultados que tem subsidiado o desenvolvimento de políticas de conservação e desenvolvimento na Amazônia.

Clima e Floresta – No que consiste o trabalho de geoprocessamento no IPAM?

Ane Alencar – O núcleo de geoprocessamento do IPAM usa e desenvolve ferramentas de sensoriamento remoto e sistema de informações geográficas (SIG) para avaliar os principais impactos decorrentes das mudanças climáticas e de uso da terra na Amazônia. As ferramentas de sensoriamento remoto são utilizadas pelo Instituto no processamento digital de imagens de satélite para o mapeamento do desmatamento e degradação florestal, além de apontar o impacto de fenômenos climáticos, por exemplo, secas severas, na dinâmica do carbono regional. Já o SIG é utilizado para organizar o banco de dados espaciais do Instituto e apoiar as pesquisas de modelagem relacionadas à previsão de cenários futuros de desmatamento e degradação florestal decorrentes de políticas de desenvolvimento, como por exemplo o PAC, e do aquecimento global. As análises e mapas desenvolvidos por este núcleo têm sido utilizados ao longo dos mais de quinze anos do IPAM para subsidiar o debate relacionado as políticas públicas de conservação e de desenvolvimento regional, e mais recentemente, políticas relacionadas a promoção do mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação florestal (REDD). Além disso, o núcleo de geoprocessamento tem apoiado as iniciativas de capacitação e empoderamento dos atores amazônicos do IPAM fornecendo mapas e análises que são utilizados em reuniões, seminários e publicações técnicas do Instituto.

Clima e Floresta – Como o setor de geoprocessamento atua na estrutura do Instituto? Read more